Escola do saber

The best offering

We should always offer the best of us to God. Our best is not enough of course But the measure of our service must be the same Jesus gave to us on the cross. And even though life seems to be tough He knows our weknesses and gives us enough For us to keep going … Continue lendo The best offering

Fila

Sempre há alguém na fila. E o mais interessante é Que essa instituição social Contém uma verdade metafísica chamada unidade! Todos o que nela adentram Estão em busca de soluções parecidas, E isso faz da fila uma irmandade inexoravelmente bela É ali que encontramos nossos irmãos mais próximos Pessoas que como nós querem as mesmas … Continue lendo Fila

O que importa?

Da janela o doente via os passantes. E acima os raios da luz artificial. Dentro de si, treva existencial! Não rememorava os dias de antes Também não desejava riquezas À esquerda aparelhos À frente enfermeiros Que falavam de carreiras Trilha sonora? Um bipe infinito! O médico presente toma nota O anestesista conta uma anedota E … Continue lendo O que importa?

Providência

A menina triste pega o passarinho Que caira do ninho E encontra nele a dor Do abandono total Em ato heroico sobe a árvore E deposita o medo dentro do aconchego Ali o amor vence A graça superabunda E menina e pássaro ganham sorriso Luciano Aparecido Marques

A paz se planta

Na senhora há um rio E no rio uma saudade Em que do fluxo constante Pululam relampejos de graça. Quando o fluxo a tirou do paraíso Lá no fundo do peito Deixou um aroma doce para trás Esse perfume a transpõe a uma tempo Em que menina voava ao vento Agora encanta-lhe a plenitude da … Continue lendo A paz se planta

Camuflagem

Pulchra! Semântica bonita de fonética feia. Bellum! Semântica feia de fonética linda. Igual ao olhar De estupenda beleza E orgulho preclaro Com tom âmbar De pleno escárnio E de invejosa torpeza …. Luciano Marques

A arbitrariedade do signo linguístico: um mergulho em Borges.

No ano de 2003 eu me deparei pela primeira vez com o termo saussuriano da “arbitrariedade do signo”. Para mim foi estranhíssimo entender o que esse conceito significava em sua totalidade, e a princípio eu o entendi como qualquer marinheiro de primeira viagem o faria: o signo linguístico e a realidade física não tem relação … Continue lendo A arbitrariedade do signo linguístico: um mergulho em Borges.

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